Pressão estética faz madrinha da bateria desistir do Carnaval


Karol Rosalin, que era madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé, decidiu não desfilar no Carnaval de 2027 devido à pressão estética que enfrentou.

A influenciadora compartilhou que sua experiência como madrinha foi marcada por um intenso treinamento e grande dedicação em busca de um corpo ideal.

Ela revelou que o foco das discussões nos bastidores sempre girava em torno da aparência, o que pesou em sua decisão de se afastar da folia carnavalesca.

Rosalin destacou a toxicidade do ambiente e a comparação constante entre as mulheres, algo que não desejava continuar.

Decisão de Karol Rosalin


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A influenciadora Karol Rosalin anunciou que não participará do Carnaval de 2027, onde havia sido escolhida como madrinha de bateria da Acadêmicos do Tatuapé. A decisão foi influenciada pela pressão estética a qual se sentiu submetida durante a sua preparação. Em sua primeira experiência à frente de uma bateria, Rosalin revelou que, apesar de todos os esforços para se preparar, havia sempre a sensação de que algo no seu corpo precisava ser aperfeiçoado.

Karol mencionou que a escolha de não desfilar também se baseou no desgaste emocional que sentiu nos bastidores do evento. A pressão em relação à aparência pessoal e à comparação com outras participantes acabou por se tornar um fator decisivo para sua desistência.

A experiência como madrinha de bateria

Durante a preparação para sua estreia em 2026, Karol passou por um intenso treinamento e uma dieta rigorosa, que incluía consumir 500 ovos em cerca de 20 dias, além de um “treino militar”. Apesar da dedicação, a influência da pressão estética a fez perceber que as expectativas sobre seu corpo eram excessivas. Ela destacou que a dedicação ao samba era frequentemente ofuscada pela preocupação com a aparência, como a definição do corpo e o tamanho do bumbum.

A influenciadora declarou ainda que ficou surpresa com o ambiente, onde a comparação entre as madrinhas parecia prevalecer sobre a experiência e a alegria da celebração. Rosalin expressou seu desejo de cuidar da saúde e da estética de seu corpo, mas enfatizou que não queria transformar isso em uma competição. A toxicidade do ambiente em que a comparação era constante contribuiu para seu estresse emocional.

Embora tenha sido eleita a “mulher fitness perfeita” pela Playboy Austrália em 2024, Karol revelou que considerou realizar intervenções estéticas como uma harmonização dos glúteos. Essa ideia foi descartada quando percebeu que a motivação era unicamente a pressão externa para se adaptar ao padrão estético vigente entre as colegas.